As salamandras crepitam
na fogueira da lareira.
Desenham no fogo tua imagem
e emanam teu calor
Ardor
e assim aquecida
permaneço, quieta
envolvida pelo teu amor.
E assim passo a vida
Te buscando no sonho,
no fogo, na lembrança
para não morrer de dor.
sábado, 20 de março de 2010
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